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Continho de Natal
Por Renato Andrade O Natal e Ano Novo programados para serem passados na vila de St. Barts foram tragicamente cancelados por causa dos probleminhas do Alonso com aquele juiz jeca lá do Sul. Para esquecer um pouco desse ridículo transtorno, aceitou o convite da turma de amigas para compras seguidas de um happy hour no shopping. Fazia tempo que não pisava nesse espaço popularesco, mas a Luzinha Estevez jurou que seria até divertido. Mas em véspera de Natal? Afff! Como também as


Parapopó
Por Renato Andrade Os dois recém saídos da adolescência que moram nos EUA hoje, resolveram ir a uma loja de brinquedos, daquelas bacanudas para nós tupiniquins, mas até chinfrins para os padrões trumpianos. Compraram várias armas plásticas que cospem canudos de espuma. Armaram um fuzuê daqueles no quintal entre gritos estridentes e trolagens quase incompreensíveis para quem tem mais de 15 anos. O rapaz esquenta a faca com três maçaricos e quando a lâmina já está laranja como


Digite sua senha
Por Renato Andrade Eu sou aquele cara que ainda frequenta agências bancárias. Me considero supertecnológico, pois me restrinjo aos caixas de autoatendimento, mas sim, vou lá. Familiares e amigos não se conformam e me mostram que até depósito de cheques pode ser feito via celular, mas fazer o quê? Eu meio que tento preservar esse quase extinto ritual de pequenos encontros sociais, estar perto e ouvir outras pessoas. Acho que fui o último moicano a frequentar locadoras e sinto


Entre a fofoca e o bom dia
Por Renato Andrade Nas primeiras vezes em que o caipira aqui foi a São Paulo, foram vários os encantos encontrados na capital. Os arranha-céus, as largas avenidas que mais pareciam um rio Amazonas de asfalto, a fartíssima programação cultural, o encanto da região central... enfim, tudo isso e muito mais para deslumbre de qualquer tibúrcio. Uma coisa também chamava atenção e gerava um certo choque: no ônibus, no metrô e nas ruas, as pessoas não se olhavam e muito menos se cump


A alma ainda respira
Por Renato Andrade Quando os dois policiais americanos entram na viatura com seus donuts e copos térmicos com café aguado eu estou sentado no banco de trás. Acompanho sua conversa sobre a ranzinzice da esposa de uma deles atentamente. Desço algumas quadras depois a tempo de me emocionar com o diálogo entre o advogado picareta meio amalucado e seu irmão mais velho doido de pedra por inteiro. Resolvo espairecer e finalmente faço aquele tour completo pelo museu espanhol, vasculh
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